Cada vez mais empresas estão estudando ou se preparando para adotar a chamada “semana de 4 dias”, um modelo que reduz a jornada semanal para 32 horas sem diminuir o salário dos colaboradores. A proposta segue o princípio “100–80–100”: 100% do salário, 80% do tempo e 100% da produtividade.
No Brasil, várias organizações já participam de programas-piloto para entender como essa mudança impacta a rotina, a eficiência e a qualidade de vida dos trabalhadores. As empresas têm testado diferentes formatos, seja retirando um dia inteiro da semana ou reduzindo algumas horas por dia de maneira equilibrada.
Essa discussão se conecta diretamente ao futuro do trabalho híbrido, já que reforça uma tendência cada vez mais forte: priorizar resultados, autonomia e bem-estar, em vez de presença física. O objetivo é claro — trabalhar menos horas, mas com mais foco, menos desgaste e mais tempo para a vida pessoal.
Essa tendência ajuda a imaginar novos caminhos para equilibrar produtividade e qualidade de vida, e levanta reflexões importantes sobre o futuro das relações de trabalho.
Para entender melhor o contexto, os desafios e os exemplos apresentados, recomendo que você leia a matéria completa no site da CNN Brasil.